Recuerdos de Caracas
Coleção particular daqueles momentos assim que a gente vira e diz 'Caracas!'.alimasp convida: my birthday @ studiosp
HELLO MOTOS, Na próxima sexta eu fico menos novo. Motivo que me anima a reunir os amigos todos no StudioSP a partir das 23h., Rua Augusta, 591 – Centro. Vai rolar um show da Banda Heroes, aclamado cover de David Bowie, para os amantes da boa música, além da pré-baladinha totalmente @alimasp mode on. H-20R$ / M-20R$ com nome na lista. É só confirmar comigo em tempo hábil pelo meu email/celular ou resposta no twitter ou Facebook.

Para ir entrando no clima: http://migre.me/7WvC
Os sons do meu tio
Da série frases do meu pai: “O tempo passa para todo mundo”.
Ontem fui numa festa incrível do André , em seu apartamento mini gigantesco na Bela Cintra. Não me lembro de ter estado em uma festa com som tão eclético como esse de ontem. Ponto para os ecanos.
Teve Britney, Beyonce, Caetano, Chico, Adoniran, Jackson do Pandeiro, Tete Spinola, … e várias outras coisas que eu não conhecia e que não prefiro citar aqui agora.
BUT, de repente ouvi uma música que ja conhecia e ha muito muito tempo não ouvia.
Eu não acreditei bem hora que tava ouvindo aquela música.
Essa música de certa forma era uma das minhas trilhas sonoras de infância. Meu tio Gerson, super louco por músuca tinha um puta aparelho de som, vários módulos diferentes ligados entre sim, era praticmente uma sala de áudio na casa. E sempre que eu ia la com meus pais nos findes, ele sempre tava ouvindo muita coisa diferente.
E aí vinha o LP do Pinduca:
Vou ensinar a sinhá pureza
A dançar o meu sirimbó
Sirimbó que remexe mexe
Sirimbó da minha vovó
Vai dançando sinhá pureza
Rebolando pode requebrar
Carimbó, sirimbó é gostoso
É gostoso em Belém do Pará
Ô lêlê ô lalá
Misturei carimbó e siriá
Carimbó sirimbó é gostoso
É gostoso em Belém do Pará
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(spoiler)
Subitamente percebi quanto tempo isso fazia e que eu nem lembrava mais.
Momento Ana Pessoa

Cara, nem vi mas ja estamos em Agosto, finalzinho e hoje foi um dia louco.
As pessoas esquecem muito rápido as coisas que elas fazem. Sempre.
Ou inventam. Elas querem mesmo fingir que o que elas fizeram foi digno.
Tipo alguns evangélicos que se arrependem muito de algo quando não eram evangélicos, daí viram evangélicos.
Meia-noite e meia e eu to aqui na blogadinha rápida.
Fodam-se as pessoas que me fazem desacreditar.
E viva as que fazem acreditar.
Porque são essas as que me convidam para coisas bacanas, projetos legais.
Que me perguntam o que eu acho delas pelo msn pra elas falarem para seus psicólogos( que no fundo foi quem perguntaram).
Que falam que abriram agências, e que fizeram aquele doodle irado do Orkut no India Independence Day.
Que comentam meus posts dizendo que viram filmes com a música que eu postei.
Que me ligam pra me xingar e falar que eu sou babaca.
Que me emprestam 50 pilas em consulados de países longes.
Que me convidam pra jogar I’m the boss na Luderia.
Que respondem meus emails bizarros com fotos do meu cachorro e da Paris Hilton.
Que acham bonitinho um surto via msn falando que eu queria ser rico para irmos sábado ver o Tim Burton no MoMa e tomar sorvete em algum lugar que foi cenário de filme dos anos 80.
Que respondem meus emails sugerindo que elas participem de um ensaio Pin-up da firma.
Que são meus amigos.
Esse post é pra vocês.
ALEXANDRE BORODIN brilha muito…
Premio @alimasp Best Lived Stories
“A gente veio pagar o Alexandre”
Nota prévia: Infelizmente esse post é um mero relato. O fato em si é que foi mágico e merecedor.
Era uma vez dois amigos que estavam indo para a Russia nas férias. Em posse dos documentos necessários, se dirigiram ao consulado russo em São Paulo:
- Formulário preenchido;
- Convite da Russia;
- $$ para a taxa;
Na fila, aquela coisa… conversa vai conversa vem… pessoalzinho animado. Uma moça que acordou um dia e resolveu ir pra Russiaem dez dias com uma amiga, e estava lá pedindo visto pra sair num vôo às 18h do mesmo dia. Ninguém pra dar informação, apenas um cara atendendo.
A fila anda, e um brasileiro (?) mais senhor falante do russo, se dirige ao único guichê ( 1 de 2 ) em atendimento e começa a discutir em russo com o cônsul local. 10minutos…30minutos…1horae10minutos… ele sai.
Quando chegou a nossa vez, na hora do Guichê, com os documentos sendo digitados, descobrimos que a taxa tinha mudado e que agora era $$$$, o dobro de antes. E somando todo o meu live cash não ia rolar.
- Mas, mas essa informação não está no site. Lá ainda custa $$. Vocês não aceitam, débito, crédito ? Não ? Só dinheiro ?
A figura do guichê que me atendia, vira e diz: Quanto você tem, X… ele abre a carteira, na maior boa vontade, tira 50 REAIS, me dá, pega um papel de rascunho e escreve o nome dele e diz ME DEVOLVE SEXTA FEIRA.

Minha reação foi não ter reação. O meu amigo também ia precisar pagar uma parte, que ia sobrar dos 50 que ele emprestou.
Saímos de lá achando tudo muito mágico, e fomos a um caixa na frente tirar $ pra voltar e pagar o cara. Como estava já fechando, a porta não abriu, e uma voz no porteiro eletrônico dizia algo… quando meu amigo diz:
- A GENTE VEIO PAGAR O ALEXANDRE.
Pra mim isso foi tão nonsense quanto o cara tirar o $ da carteira sem obrigação nenhuma de me ajudar. Dissemos que estavamos voltando só pra pagar… e a porta abriu.
Entramos la e pagamos o BORODIN.
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Até aqui a história era boa
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mas agora fica ÓTIMA!
Googleei ALEXANDRE BORODIN.
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AND
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Alexandre Borodin, the son of a prince, was a chemist for whom composing was a second occupation. He was one of several Russian composers in the later half of the 19th century who worked toward emphasizing native tunes, styles, and subjects in their music. This nationalistic character occurs throughout his work, and somewhat predetermines the extent to which it can be used as soundtrack material.

A pergunta que não quer calar : Ele realmente chamava Alexandre Borodin, ou era uma grande piada pra eu chegar sexta no consulado pedindo pra entregarem 50 R$ para um ícone russo que já morreu?
Sticks and Stones and Out of Homes
Tem uma música do Kaiser Chiefs que ele fala Sticks and Stones … aglutinei o Out of Homes de tanto que estou trabalhando com isso ultimamente.
E isso fica ecoando na minha cabeça vez ou outra já ha uma semana.
Tipo pedindo: Blog me, please.
Aliás, lembro-me bem que no primeiríssimo ano, primeiras aulas, ouvi a Roberta, professora mais publicitária do nosso curso de publicidade falar OOH, e dizer Out of Home … chamou minha atenção e nunca esqueci essa cena.
Agora, cá estou imerso em programações, secundagens, templates, redes, bandas largas e outras coisas. E pior é que é divertido hein. Principalmente quando você vai ao dentista, e lá está a telinha no elevador.
Quando você vai ao açougue, e lá está… Me sinto perseguido por esse negócio.
There’s good days and bad days.
Saindo da Sibéria
- Parabéns, Roteirista.
O roteirista do Show de Cásper, que roteirizava nossos episódios na Gazeta está mandando ver nos ultimos episódios especiais que tem feito.
Além da Fran me dar um cano animal em Apenas o Fim, do Bussunda ir com ela num amazing marroquinho depois de um lançamento do livro do pai da Julia na Livraria da Vila… (essa foi sofisticada), hoje liguei para o consulado russo em SP, pra tirar umas dúvidas sobre o visto.
O Erick tinha ligado primeiro e me disse que o cara não falava português… só russo. Disquei com meus próprios dedos, quando:
- Zenior o conzulado ezta fechadu.
- Amanha nuovi hóra
- Information on site.
Esse post tem o patrocínio da NET. Saia da Sibéria e vem pra NET já.

E tenho dito
Eu sempre acredito que nós vemos os filmes quando temos que ver. Quando eles têm mais que alguns minutos de imagens e sons a serem vistos, e quando podemos aprender de fato alguma coisa com eles. Isso é tão verdade que tem filmes que quero ver há tempos, mas o mundo só conspira para eu ver em alguns momentos. E depois concluo que são nesses que eu deveria ter visto. (Recuerdos de Caracas 31/05/09)
Pois é. Pode até parecer que não, mas antes de ver o filme do Chandler com o Zac Effron que falei no post abaixo, estava justamente pensando nisso: idades e tempos e pensamentos.
Muito Nerd Nada Cult Pouco Pop
A @cinthiamtg e eu sempre ( desde meados do terceiro ano ) tivemos essa cara-de-pau de chamarmos um ao outro de Muito Pop Nada Cult, ou vice versa, dependendo dos figurinos, comentários, cenas, comidas, comentários e coisa e tal…
Mas definitivamente depois das minhas últimas duas idas ao cinema, senti que a frase merecia uma atualizada. O nerd está em evidência no mundo ja há algum tempo, e cada vez mais e mais… E por isso acho que NERD é uma variável bacana de se colocar aqui.
Como esses dias estou praticamente um advogado, tratando de termos jurídicos, por motivos de trabalho ( óbvio, porque do nada eu não iria, assim na vida ) vou fazer as coisas em parágrafo, vamos lá.
Parágrafo 1: Nerd é um termo que descreve, de forma estereotipada, muitas vezes com conotação depreciativa, uma pessoa que exerce intensas actividades intelectuais, que são consideradas inadequadas para a sua idade, em detrimento de outras atividades mais populares. Por essa razão, um nerd é muitas vezes excluído de atividades físicas e considerado um solitário pelos seus pares. Pode descrever uma pessoa que tenha dificuldades de integração social e seja atrapalhada, mas que nutre grande fascínio por conhecimento ou tecnologia. (Wikipedia)
Parágrafo 2: O nerd de hoje é o cara rico de amanhã.
Enquanto o bonitão está pegando você
O nerd está criando um software no PC
Enquanto o sarado malha na academia
O nerd está lendo as notícias do dia
Enquanto o bonitão tá na balada te chifrando
O nerd com certeza está em casa estudando
O curso superior do gostosão tá no início
E o nerd ganha em dólar no Vale do Silício
Parágrafo 3: E agora, Gregório ?
Apenas o Fim é um filme brasileiro de 2008, gênero comédia romântica, dirigido por Matheus Souza. Conta a história de um casal que discute sua relação antes de se separar. (Wikipedia) em que o ator Gregório Duvivier, que eu não conhecia, interpreta Tom, um nerd estudante de cinema que está sendo abandonado pela namorada. (Alimaspedia).
As referências nerds desse filme são tantas, mas tantas, que eu não pude compreendê-las todas nem em sonho. E quando falei isso pro meu amigo mais nerd ( ou nerd mais amigo ? ), o @darkkian , ele ficou mais curioso pra ver o filme porque ja me acha bem nerd…. BLAH!
Nota da minha sanidade: Nesse trecho do post eu já desisti de fazer os parágrafos como tinha pensado no começo, como se fossem jurídicos, mas quer saber? Foda-se.
E agora o trunfo da Teoria.
Parágrafo 4 – Chandler vira Zac Effron e seu pai chaveca a diretora do colégio com O Senhor dos Anéis.
[Nesse momento a Beyonce entra dançando Single Ladies e eu não escrevo mais. O post então acaba de maneira performática e ninguém entende nada, hahaha...
...merecia, mas não, vamos até o chão, digo, fim.]
Cheguei do cinema agora pouco. Vi um filme Muito Nerd Nada Cult Pouco Pop. É um filme chamado 17 outra vez. Roteiro totalmente blockbuster, mas assim, blockbuster demais. Na primeira cena eu já vi o filme todo. Infelizmente ( ou felizmente ), amigos, vocês não poderão me aloprar porque eu nem sabia que esse filme existia. Estava almoçando com uma amiga que comentou, ah tem um filme do Chandler,e ele é meu preferido do FRIENDS, junto com a Phoebe, paguei UMA INTEIRA pra ver.
Mas isso não foi o pior, quando entramos na sala, no Eldorado, tinha uma fileira com MMs sentados e várias, mas várias crianças com seus pais, babás… Momento Supernanny. Todos gritando eufóricos com os MMs. E, quando o filme começou, vimos que era DU-BLA-DO…
…o guarda-chuva que estava no lugar do refrigerante, na minha poltrona, foi até o fim, digo, chão.
Enfim, – termo clássico das minhas postadas – a única coisa mais interessante do roteiro era o amigo do Chandler, que apanhava na escola, no time de basquete, cresceu e virou um NERD RICO e PODEROSO, que chavecava a diretora do colégio onde o Chandler Effron estudava depois que tinha voltado a ter 17 anos e poder escolher se queria casar ou jogar basquete. Só chavecava não, praticamente eles falavam élfico e rolavam várias referências ao Senhor dos Anéis denovo. E mais uma vez eu não entendi direito. Não li. Dá preguiça.
E as pessoas, as pessoas, as pessoas riam e gostavam e entendiam e aplaudiam e brincavam e riam denovo, e o Nerd finalmente, aos meus olhos castanhos, virava mais um espetáculo da sociedade midiática e medíocre. Vou parar. Isso aqui não é Pesquisa Acadêmica. Foi isso.

@cinthiamtg, concorda com a terceira variável ?

